Sobre a sala de escape
O que se sabe sobre o Edifício Rolim?
Um prédio de 12 andares, localizado em frente à Sé, tombado como património histórico desde 2015, construído em meados de 1928 por Hyppolito Pujol, e palco de terríveis tragédias durante quase um século — nada disso importa hoje. Túmulos não devem ser profanados.
Suportaremos as consequências de (re)contar esta história que devia ter permanecido enterrada sob camadas de cal.
Agora, voltamo-nos para Paula Febbe, a escritora que revisitou os crimes ocorridos no Edifício Rolim no seu novo livro. Ficção e realidade borram-se nas suas histórias, como um macabro episódio de sonambulismo:
Sobreviva (não sem algum stress pós-traumático) a um evento trágico que atingiu, quase 100 anos após a sua inauguração, o amaldiçoado Edifício Rolim.
Terá 60 minutos para percorrer andares assombrados por almas presas nas suas paredes e pelos seus novos inquilinos. Ficção e realidade entrelaçam-se nesta experiência, assemelhando-se a um caso de paralisia do sono.
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